A questão não é se todo jogo universitário enche estádio, mas se quem gera milhões deve ficar sem nada. O outro lado tem razão que a bolsa cobre o estudo, e isso é valioso. Só que estudo não é salário. Em programas grandes, bilheteria, TV e camisas rendem fortunas, e o atleta treina quarenta horas, arrisca o corpo e movimenta esse dinheiro. Se a receita existe, negar uma fatia justa é transferir o lucro para todos, menos para quem produziu. Pagar não é tornar profissional; é dividir o que já é profissional.